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22.8.03
minhas amigas
Sabrina Smania, Valéria Calado e Juliana Borim
19.8.03
Marte está se aproximando.
É, pessoal, pelo visto o Victor vai mesmo continuar meio ausente. Por um tempo. Tudo pra ele, é por um tempo. Acho que para todo mundo é assim. Então tem sido assim.
Mas escreveu um texto lindo que ele vai publicar amanhã.
Bagdad Café (Bagdad Café - Alemanha/EUA - 1987) ![]() Cada vez que yo me voy llevo a un lado de mi piel/Tus fotografías para verlas cada vez/Que tu ausencia me devora entero el corazón Y yo no tengo remedio más que amarte...
8.8.03
"Mrs. Dalloway disse que ela própria iria comprar as flores.
Quanto a Lucy, já estava com o serviço determinado. As portas seriam retiradas dos gonzos; em pouco chegaria o pessoal de Rumpelmayer. Mas que manhã, pensou Clarissa Dalloway - fresca como para crianças numa praia! Que frêmito! Que mergulho! Pois sempre assim lhe parecera quando, com um leve ringir de gonzos, que ainda agora ouvia, abria de súbito as vidraças e mergulhava ao ar livre, lá em Bourton. Que fresco, que calmo, mais que o de hoje, não era então o ar da manhãzinha; como o tapa de uma onda; como o beijo de uma onda, frio, fino, e ainda (para a menina de dezoito anos que ela era em Bourton) solene, sentindo, como sentia, parada ali ante a janela aberta, que alguma coisa de terrível ia acontecer; olhando para as flores, para os troncos, de onde se desprendia a névoa, para as gralhas, que se alçavam e abatiam; parada e olhando até que Peter Walsh lhe dizia: "Meditando entre os legumes?" - seria isso? ou: "Prefiro as pessoas às couves-flores?" Com certeza o dissera certa manhã em que ela havia saído para o terraço - esse Peter Walsh. Regressaria da Índia por um dia desses, em junho ou julho, não se lembrava bem, pois as suas cartas eram incrivelmente aborrecidas; os seus ditos é que ficavam na memória; os seus olhos, o seu canivete, o seu sorriso, a sua rabugice e, quando milhões de coisas se haviam desvanecido de todo - que estranho era! -, umas poucas frases como aquelas sobre couves." trecho do livro Mrs. Dalloway, de Virginia Woolf Perigo na curva/ Proibido parar/ Antes de chegar a mim/ Minha vida absurda/ E a terra a girar/ Quem escuta o meu sim?
7.8.03
![]() It's my party, and I'll cry if I want to/ Cry if I want to, cry if I want to/ You would cry too if it happened to you...
5.8.03
perciperias 014 - come undone
4.8.03
minhas férias - parte 1
Dias inesquecíveis. Recebi lindas visitas. As Smania de BH ficaram um tempo aqui comigo nessas férias. Foi muito divertido e fotografado. Estivemos no Anima Mundi e aproveitamos para nos inspirar. Eu e a Sabrina conseguimos fazer o curta para o festival do minuto (o tema é "mãe") que sufoco! Mas nossos filmes ficaram interessantes - muito - tivemos sorte e amigos por perto, o que é mais importante. Mas todos foram embora. Até a Amanda, minha amiga Estrela Espectral Amarela, guiada pelo próprio poder duplicado. Agora está em Brasília, trabalhando com os tios. Ela e o Alle precisam se conhecer! Valéria, Daniella, Rafael, Amandas, Arte, Sabrina, Juliana e cia. estiveram presentes, que bom! Ai de mim sem vocês! Estou aguardando a próxima! Ansioso.
Enquanto isso, vamos nos comunicando como podemos, para nos mantermos nos portais e nas conexões da rede intergaláctica do Todo. Amanda compôs uma música linda chamada "Se eu te amo é comigo que você fica?" que não sai da minha cabeça; se eu fecho os olhos consigo vê-la tocando naquele seu lindo violão cósmico preto. Eu rio. Estarei esperando por você, Amanda, minha amiga querida, SEIS MESES HEIN! Não será tão divertido quanto poderia ser com você por perto. Saber que esta noite você não vai aparecer... Ai! Saudades!
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